INFORMAÇÕES ÚTEIS

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Qual o momento certo de Institucionalizar o Idoso?

Essa é uma questão que assombra muitas famílias no momento em que é chegada a hora da tomada de decisão em prol do melhor para o seu familiar e para si próprio.

Por que institucionalizar? Encontraremos diversas respostas, dentre elas as mais comuns:

-O idoso não quer morar com a família e não tem condições de morar sozinho;

-O idoso deseja morar numa Instituição;

-A família não quer cuidar do idoso;

-A família não tem condições de cuidar do idoso;

– Idade;

-Diagnóstico (enfermidade(s);

-Grau de limitação nas AVDs (Atividades da Vida Diária) ,

-Morar sozinho;

-Estado civil;

-Ausência de suporte social;

-Pobreza;

-Dentre outros.

As dificuldades nas relações interpessoais e desgaste emocional entre familiares e idosos estão entre os fatores mais relevantes na tomada de decisão para a Institucionalização do que ao próprio processo de envelhecimento em si.

As famílias podem não dispor de condições para cuidar de um idoso seja devido à dificuldade de conciliar cuidado, atividades do lar e de trabalho ou mesmo pela impossibilidade de outros familiares dividirem a tarefa de cuidar. Nestes casos a institucionalização pode ser uma boa solução para o problema.

Qual é o papel da Instituição?

A Instituição de idosos depara-se assim com o desafio de promover o envelhecimento ativo dos idosos aí residentes, cabendo-lhe o importante papel de recriar uma imagem mais positiva do idoso enquanto indivíduo integrado num meio influenciado por diversos e determinantes fatores.

Tradicionalmente e culturalmente a família assumia o dever de cuidar dos idosos, bem como era certa a “regra” de que os pais já idosos deviam permanecer junto com os seus filhos, contudo na prática verifica-se cada vez mais uma maior procura de uma resposta eficiente para necessidades mais atuais.

A instituição desempenha um papel primordial ao nível da integração do idoso. Deste modo, desenvolvem-se esforços para conhecer e atender à história de vida do idoso, a sua personalidade, o seu relacionamento com os familiares e a comunidade em geral, bem como ter em conta os seus hábitos, gostos, angústias e dificuldades. Todo este envolvimento e comprometimento com o paciente procura minimizar o impacto negativo emocional criado, quer no paciente, quer na sua família.

A ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) como uma ótima alternativa.

A dependência do idoso e a necessidade dos familiares de se manterem no mercado de trabalho, aliados à dificuldade de encontrar e manter um cuidador formal também é um forte motivo para a institucionalização. A família costuma buscar primeiramente um cuidador de Idosos, muitas vezes sem experiência e com custos mais elevados, quando nesse momento percebe que não é o ideal e daí então parte para a opção da ILPI como opção mais segura e permanente, pois esta oferece uma gama de serviços e profissionais habilitados a nível multidisciplinar.

SAIBA MAIS

O Alzheimer

A Doença de Alzheimer é uma enfermidade incurável que se agrava ao longo do tempo, mas pode e deve ser tratada. Quase todas as suas vítimas são pessoas idosas. Talvez, por isso, a doença tenha ficado erroneamente conhecida como “esclerose” ou “caduquice”.
Seu nome oficial refere-se ao médico Alois Alzheimer, o primeiro a descrever a doença, em 1906.
A doença se apresenta como demência, ou perda de funções cognitivas (memória, orientação, atenção e linguagem), causada pela morte de células cerebrais. Quando diagnosticada no início, é possível retardar o seu avanço e ter mais controle sobre os sintomas, garantindo melhor qualidade de vida ao paciente e à família.
Estudos recentes demonstram que essas alterações cerebrais já estariam instaladas antes do aparecimento de sintomas demenciais. Por isso, quando aparecem as manifestações clínicas que permitem o estabelecimento do diagnóstico, diz-se que teve início a fase demencial da doença.
As perdas neuronais não acontecem de maneira homogênea. As áreas comumente mais atingidas são as de células nervosas (neurônios) responsáveis pela memória e pelas funções executivas que envolvem planejamento e execução de funções complexas. Outras áreas tendem a ser atingidas, posteriormente, ampliando as perdas.

Fonte: abraz.org.br/sobre-alzheimer/o-que-e-alzheimer

ENVELHECIMENTO POPULACIONAL

Uma realidade Brasileira.

O Brasil, à semelhança de outros países, está vivenciando um processo de envelhecimento rápido e intenso, o que demanda ações integradas para atendimento adequado à realidade brasileira. Conforme o Relatório Mundial de Saúde e Envelhecimento, o número de pessoas com mais de 60 anos no país deverá crescer muito mais rápido do que a média internacional. Enquanto a quantidade de idosos vai duplicar no mundo até o ano de 2050, ela quase triplicará no Brasil.

Pensando nessa realidade o Bellatrix Residencial oferece atendimento integral aos idosos desenvolvendo atividades que agreguem o residente na sociedade através de passeios, leituras sobre atualidades e festas para fortalecer o vínculo familiar. Temos o papel de reconstruir um novo mundo social para o idoso, quebrando paradigmas através de um cotidiano, o mais análogo possível à convivência familiar.
Dentro das enfermidades mais atendidas dentro Bellatrix podemos destacar as neurológicas, cardíacas, Mal de Alzheimer, Parkinson, demência vascular, alcoolica, AVC, HAS (Hipertensão Arterial Sistêmica) e Diabetes Melitus.